{"id":231,"date":"2014-11-29T18:20:29","date_gmt":"2014-11-29T18:20:29","guid":{"rendered":"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/?page_id=231"},"modified":"2024-08-21T13:41:01","modified_gmt":"2024-08-21T13:41:01","slug":"exercicios-efeito-fotoeletrico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/fisica-moderna\/efeito-fotoeletrico\/exercicios-efeito-fotoeletrico\/","title":{"rendered":"Efeito Fotoel\u00e9trico &#8211; Exerc\u00edcios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000080; font-weight: bold;\">Efeito fotoel\u00e9trico<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"color: #000080; font-size: large;\"><span style=\"font-weight: bold;\">Exerc\u00edcios<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">01-(UFRS-RS) Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do par\u00e1grafo abaixo. O ano de 1900 pode ser<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image042.jpg\" alt=\"\" width=\"166\" height=\"130\" \/>\u00a0 <img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image043.jpg\" alt=\"\" width=\"185\" height=\"132\" \/>\u00a0\u00a0\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image044.jpg\" alt=\"\" width=\"293\" height=\"135\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">considerado o marco inicial de uma revolu\u00e7\u00e3o ocorrida na F\u00edsica do s\u00e9culo XX. Naquele ano, Max Planck apresentou um artigo \u00e0 Sociedade Alem\u00e3 de F\u00edsica, introduzindo a id\u00e9ia da &#8230;&#8230;&#8230;. da energia, da qual Einstein se valeu para, em 1905, desenvolver sua<br \/>\nteoria sobre o efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) conserva\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) quantiza\u00e7\u00e3o<br \/>\nc) transforma\u00e7\u00e3o\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) convers\u00e3o<br \/>\ne) propaga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">02-(UFRGS) Selecione a alternativa que apresenta as palavras que completam corretamente as lacunas, pela ordem, no seguinte texto relacionado com o efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O efeito fotoel\u00e9trico, isto \u00e9, a emiss\u00e3o de &#8230;.. por metais sob a a\u00e7\u00e3o da luz, \u00e9 um experimento dentro de um contexto f\u00edsico<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image045.jpg\" alt=\"\" width=\"177\" height=\"69\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0extremamente rico, incluindo a oportunidade de pensar sobre o funcionamento do equipamento que leva \u00e0 evid\u00eancia experimental relacionada com a emiss\u00e3o e a energia dessas part\u00edculas, bem como a oportunidade de entender a inadequacidade da vis\u00e3o cl\u00e1ssica do fen\u00f4meno. Em 1905, ao analisar esse efeito, Einstein fez a suposi\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria de que a luz, at\u00e9 ent\u00e3o considerada como um fen\u00f4meno ondulat\u00f3rio, poderia tamb\u00e9m ser concebida como constitu\u00edda por conte\u00fados energ\u00e9ticos que obedecem a uma distribui\u00e7\u00e3o &#8230;.. , os quanta de luz, mais tarde denominados &#8230;.. .<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) f\u00f3tons &#8211; cont\u00ednua &#8211; f\u00f3tons\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b)f\u00f3tons &#8211; cont\u00ednua &#8211; el\u00e9trons<br \/>\nc) el\u00e9trons &#8211; cont\u00ednua &#8211; f\u00f3tons\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) el\u00e9trons &#8211; discreta &#8211; el\u00e9trons<br \/>\ne) el\u00e9trons &#8211; discreta &#8211; f\u00f3tons<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">03-(UFLA-MG)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image046.jpg\" alt=\"\" width=\"357\" height=\"148\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A musica de Gilberto Gil fala do \u00e1tomo, das part\u00edculas subat\u00f4micas e algumas de suas caracter\u00edsticas. Segundo a evolu\u00e7\u00e3o dos modelos at\u00f4micos e os conceitos de estrutura at\u00f4mica, assinale a alternativa CORRETA.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) O el\u00e9tron possui carga negativa (\u20131,602.10-19C) e sua massa e t\u00e3o pequena que n\u00e3o pode ser medida.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) Segundo Planck, a energia s\u00f3 pode ser emitida ou absorvida pelos \u00e1tomos em pacotinhos. Cada pacotinho contem certa quantidade de energia.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) Diferentemente dos el\u00e9trons e dos pr\u00f3tons, os n\u00eautrons n\u00e3o possuem carga e tem massa cerca de 10.000 vezes maior que a do pr\u00f3ton.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) De acordo com a f\u00edsica moderna, a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica \u00e9 uma part\u00edcula e n\u00e3o uma onda.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a004-(UDESC-SC) \u00a0Foi determinado experimentalmente que, quando se incide luz sobre uma superf\u00edcie met\u00e1lica, essa superf\u00edcie emite el\u00e9trons. Esse fen\u00f4meno \u00e9 conhecido como efeito fotoel\u00e9trico e foi explicado em 1905 por Albert Einstein, que ganhou<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image047.jpg\" alt=\"\" width=\"93\" height=\"118\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">em 1921 o Pr\u00eamio Nobel de F\u00edsica, em decorr\u00eancia desse trabalho. Durante a realiza\u00e7\u00e3o dos experimentos desenvolvidos para compreender esse efeito, foi observado que:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">1. os el\u00e9trons eram emitidos imediatamente. N\u00e3o havia atraso de tempo entre a incid\u00eancia da luz e a emiss\u00e3o dos el\u00e9trons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">2. quando se aumentava a intensidade da luz incidente, o n\u00famero de el\u00e9trons emitidos aumentava, mas n\u00e3o sua energia cin\u00e9tica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">3. a energia cin\u00e9tica do el\u00e9tron emitido \u00e9 dada pela equa\u00e7\u00e3o Ec = mv\u00b2\/2 = hf \u2013 W, em que o termo hf \u00e9 a energia cedida ao el\u00e9tron pela luz, sendo h a constante de Planck e f a frequ\u00eancia da luz incidente. O termo W \u00e9 a energia que o el\u00e9tron tem que adquirir para poder sair do material, e \u00e9 chamado fun\u00e7\u00e3o trabalho do metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Considere as seguintes afirmativas:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">I \u2013 Os el\u00e9trons com energia cin\u00e9tica zero adquiriram energia suficiente para serem arrancados do metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">II \u2013 Assim como a intensidade da luz incidente n\u00e3o influencia a energia dos el\u00e9trons emitidos, a freq\u00fc\u00eancia da luz incidente tamb\u00e9m n\u00e3o modifica a energia dos el\u00e9trons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">III \u2013 O metal precisa ser aquecido por certo tempo, para que ocorra o efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa correta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Somente a afirmativa II \u00e9 verdadeira<br \/>\nb) Todas as afirmativas s\u00e3o verdadeiras<br \/>\nc) Somente as afirmativas I e II s\u00e3o verdadeiras<br \/>\nd) Somente a afirmativa III \u00e9 verdadeira<br \/>\ne) Somente a afirmativa I \u00e9 verdadeira.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">05-(UNEB-BA) De acordo com o f\u00edsico Max Planck, que introduziu o conceito de energia quantizada, a luz, elemento<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image048.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"107\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0imprescind\u00edvel para manuten\u00e7\u00e3o da vida na Terra, como toda radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, \u00e9 constitu\u00edda por pacotes de energia denominados:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">01) b\u00e1rions.<br \/>\n02) dipolos.<br \/>\n03) \u00edons.<br \/>\n04) pulsos.<br \/>\n05) f\u00f3tons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">06-(UFRS) A tabela mostra as freq\u00fc\u00eancias (f) de tr\u00eas ondas eletromagn\u00e9ticas que se propagam no v\u00e1cuo.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image049.jpg\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"73\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0Comparando-se essas tr\u00eas ondas, verifica-se que:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) a energia de um f\u00f3ton associado \u00e0 onda X \u00e9 maior do que a energia de um f\u00f3ton associado \u00e0 onda Y.<\/p>\n<p>b) o comprimento de onda da onda Y \u00e9 igual ao dobro do da onda Z.<\/p>\n<p>c) \u00e0 onda Z est\u00e3o associados os f\u00f3tons de maior energia e de menor quantidade de movimento linear.<\/p>\n<p>d) a energia do f\u00f3ton associado \u00e0 onda X \u00e9 igual \u00e0 associada \u00e0 onda Y<\/p>\n<p>e) as tr\u00eas ondas possuem o mesmo comprimento de onda.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">07-(UEG-GO)A figura abaixo descreve o efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image050.jpg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"94\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Esse experimento contribuiu para a descoberta da<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) dualidade onda-part\u00edcula da luz.<br \/>\nb) energia de ioniza\u00e7\u00e3o dos metais.<br \/>\nc) emiss\u00e3o continua de radia\u00e7\u00e3o por um corpo aquecido.<br \/>\nd) descri\u00e7\u00e3o da liga\u00e7\u00e3o qu\u00edmica entre elementos met\u00e1licos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">08-(UNIMONTES-MG) O efeito fotoel\u00e9trico ocorre quando uma radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, por exemplo a ultravioleta, incide sobre uma placa met\u00e1lica, provocando a emiss\u00e3o de el\u00e9trons por essa placa, como mostra a figura a seguir.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image051.jpg\" alt=\"\" width=\"219\" height=\"147\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0Esse efeito tem aplica\u00e7\u00f5es importantes em sistemas como alarmes, port\u00f5es eletr\u00f4nicos, etc. O efeito fotoel\u00e9trico foi tamb\u00e9m utilizado por Bohr para propor seus postulados.<br \/>\nRelacionando tal efeito com o modelo at\u00f4mico proposto por Bohr, \u00e9 INCORRETO afirmar que:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) o el\u00e9tron deve receber uma energia m\u00ednima suficiente para sua emiss\u00e3o da placa met\u00e1lica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) a emiss\u00e3o de el\u00e9trons que estiverem mais pr\u00f3ximos do n\u00facleo requer radia\u00e7\u00e3o mais energ\u00e9tica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) a quantidade de energia, para que ocorra o efeito fotoel\u00e9trico, \u00e9 a mesma para qualquer metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) a radia\u00e7\u00e3o absorvida, em parte, e convertida em energia cin\u00e9tica pelo el\u00e9tron que foi emitido.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">09-(UFMG-MG) Para se produzirem fogos de artif\u00edcio de diferentes cores, misturam-se diferentes compostos qu\u00edmicos \u00e0 p\u00f3lvora. Os compostos \u00e0 base de s\u00f3dio produzem luz amarela e os \u00e0 base de b\u00e1rio, luz verde. Sabe-se que a freq\u00fc\u00eancia da luz amarela \u00e9<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image052.jpg\" alt=\"\" width=\"206\" height=\"119\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">menor que a da verde. Sejam E<sub>Na<\/sub>, e E<sub>Ba<\/sub> as diferen\u00e7as de energia entre os n\u00edveis de energia envolvidos na emiss\u00e3o de luz pelos \u00e1tomos de s\u00f3dio e de b\u00e1rio, respectivamente, e v<sub>Na <\/sub>e v<sub>Ba<\/sub> as velocidades dos f\u00f3tons emitidos, tamb\u00e9m respectivamente.<\/p>\n<p>Assim sendo, \u00e9 correto afirmar que:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) E<sub>Na<\/sub> &lt; E<sub>Ba <\/sub>e v<sub>Na<\/sub> = v<sub>Ba<\/sub>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) E<sub>Na<\/sub> &lt; E<sub>Ba<\/sub> e v<sub>Na<\/sub> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image053.gif\" alt=\"\" width=\"13\" height=\"13\" \/>v<sub>Ba<\/sub><br \/>\nc) E<sub>Na<\/sub> &gt; E<sub>Ba<\/sub> e v<sub>Na<\/sub> = v<sub>Ba<\/sub>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) E<sub>Na<\/sub> &gt; E<sub>Ba<\/sub> e v<sub>Na<\/sub> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image053.gif\" alt=\"\" width=\"13\" height=\"13\" \/>v<sub>Ba<\/sub><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">10-(UFRGS) &#8220;De acordo com a teoria formulada em 1900 pelo f\u00edsico alem\u00e3o Max Planck, a mat\u00e9ria emite ou absorve energia<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image054.jpg\" alt=\"\" width=\"174\" height=\"94\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">eletromagn\u00e9tica de maneira &#8230;. emitindo ou absorvendo &#8230;., cuja energia \u00e9 proporcional \u00e0 &#8230;. da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica envolvida nessa troca de energia.&#8221;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa que, pela ordem, preenche corretamente as lacunas:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) cont\u00ednua &#8211; quanta &#8211; amplitude \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0b) descont\u00ednua &#8211; pr\u00f3tons &#8211; freq\u00fc\u00eancia<br \/>\nc) descont\u00ednua &#8211; f\u00f3tons &#8211; freq\u00fc\u00eancia<br \/>\nd) cont\u00ednua &#8211; el\u00e9trons &#8211; intensidade \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0e) cont\u00ednua &#8211; n\u00eautrons &#8211; amplitude<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">11-(PUC-MG) O efeito fotoel\u00e9trico \u00e9 um fen\u00f4meno pelo qual:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image055.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"97\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) el\u00e9trons s\u00e3o arrancados de certas superf\u00edcies quando h\u00e1 incid\u00eancia de luz sobre elas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) as l\u00e2mpadas incandescentes comuns emitem um brilho forte.<\/p>\n<p>c) as correntes el\u00e9tricas podem emitir luz.<\/p>\n<p>d) as correntes el\u00e9tricas podem ser fotografadas.<\/p>\n<p>e) a fiss\u00e3o nuclear pode ser explicada.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a012-(UFRGS) No efeito fotoel\u00e9trico ocorre a varia\u00e7\u00e3o da quantidade de el\u00e9trons emitidos por unidade de tempo e da sua energia quando h\u00e1 varia\u00e7\u00e3o de certas grandezas caracter\u00edsticas da luz incidente na fotoc\u00e9lula.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Associe as varia\u00e7\u00f5es descritas na coluna da direita com as grandezas da luz incidente, mencionadas na coluna da esquerda.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image056.jpg\" alt=\"\" width=\"336\" height=\"110\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0A rela\u00e7\u00e3o num\u00e9rica, de cima para baixo, da coluna da direita, que estabelece a seq\u00fc\u00eancia de associa\u00e7\u00f5es corretas \u00e9:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) 1 &#8211; 2 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0b) 1 &#8211; 3 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0c) 2 &#8211; 1<br \/>\nd) 2 &#8211; 3 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) 3 &#8211; 1<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">13-(UNIMONTES-MG) No efeito fotoel\u00e9trico, el\u00e9trons s\u00e3o ejetados de uma superf\u00edcie met\u00e1lica, atrav\u00e9s da incid\u00eancia de luz sobre ela. A equa\u00e7\u00e3o de Einstein para o efeito fotoel\u00e9trico, baseada na hip\u00f3tese do f\u00f3ton, \u00e9 hf = \u03c6 + K<sub>m<\/sub> \u03c6em que hf \u00e9 a energia do f\u00f3ton absorvido pelo el\u00e9tron na superf\u00edcie do metal. A fun\u00e7\u00e3o trabalho \u03c6 \u00e9 a energia necess\u00e1ria para se remover esse el\u00e9tron do metal, e K<sub>m<\/sub> a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima do el\u00e9tron fora da superf\u00edcie. Para frear o el\u00e9tron ejetado da superf\u00edcie, \u00e9 necess\u00e1rio um potencial el\u00e9trico V<sub>o<\/sub>, de modo que K<sub>m<\/sub>= eV<sub>o<\/sub>, sendo e a carga do el\u00e9tron. Em termos de V0, a equa\u00e7\u00e3o de Einstein fica na forma V<sub>o<\/sub>=(h\/e)f\u00a0 \u2013 (\u03c6\/e).<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Abaixo, temos um gr\u00e1fico V<sub>o <\/sub>x f , para diversos experimentos realizados (os pontos pretos s\u00e3o obtidos de experimentos), e tamb\u00e9m um trecho de reta, cont\u00ednuo, que representa a fun\u00e7\u00e3o V<sub>o <\/sub>( f ) da teoria de Einstein.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image057.jpg\" alt=\"\" width=\"264\" height=\"132\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Com base nas informa\u00e7\u00f5es do texto e no gr\u00e1fico, \u00e9 CORRETO afirmar que<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) os el\u00e9trons, no efeito fotoel\u00e9trico, s\u00e3o ejetados da superf\u00edcie met\u00e1lica, a partir de uma certa intensidade da luz incidente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima do el\u00e9tron ejetado \u00e9 igual a hf, mesma energia do f\u00f3ton incidente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) os el\u00e9trons, no efeito fotoel\u00e9trico, s\u00e3o ejetados da superf\u00edcie met\u00e1lica, a partir de uma determinada freq\u00fc\u00eancia da luz incidente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima do el\u00e9tron ejetado \u00e9 igual a \u03c6, mesma energia necess\u00e1ria para remover o el\u00e9tron do metal.<\/p>\n<p>14-(UFMG-MG) Utilizando um controlador, Andr\u00e9 aumenta a intensidade da luz emitida por uma l\u00e2mpada de cor vermelha, sem que esta cor se altere.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image058.jpg\" alt=\"\" width=\"104\" height=\"81\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Com base nessas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 CORRETO afirmar que a intensidade da luz aumenta porque<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) a freq\u00fc\u00eancia da luz emitida pela l\u00e2mpada aumenta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) o comprimento de onda da luz emitida pela l\u00e2mpada aumenta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) a energia de cada f\u00f3ton emitido pela l\u00e2mpada aumenta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) o n\u00famero de f\u00f3tons emitidos pela l\u00e2mpada, a cada segundo, aumenta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">15-(UFMG-MG) Em alguns laborat\u00f3rios de pesquisa, s\u00e3o produzidas antipart\u00edculas de part\u00edculas fundamentais da natureza. Cite-se, como exemplo, a antipart\u00edcula do el\u00e9tron &#8211; o p\u00f3sitron -, que tem a mesma massa que o el\u00e9tron e carga de mesmo m\u00f3dulo, por\u00e9m positiva. Quando um p\u00f3sitron e um el\u00e9tron interagem, ambos podem desaparecer, produzindo dois f\u00f3tons de mesma<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image059.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"110\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">energia. Esse fen\u00f4meno \u00e9 chamado de aniquila\u00e7\u00e3o. Com base nessas informa\u00e7\u00f5es,<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) EXPLIQUE o que acontece com a massa do el\u00e9tron e com a do p\u00f3sitron no processo de aniquila\u00e7\u00e3o. Considere que tanto o el\u00e9tron quanto o p\u00f3sitron est\u00e3o em repouso.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) CALCULE a freq\u00fc\u00eancia dos f\u00f3tons produzidos no processo de aniquila\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Dado que a massa do el\u00e9tron \u00e9 9,1.10<sup>-31<\/sup>kg, a velocidade da luz no v\u00e1cuo \u00e9 3.10<sup>8<\/sup>m\/s e a constante de Planck \u00e9 6,6.10<sup>-34<\/sup>J.s.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">16-(UFRGS-RS) Considere as seguintes afirma\u00e7\u00f5es sobre o efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">I. O efeito fotoel\u00e9trico consiste na emiss\u00e3o de el\u00e9trons por uma superf\u00edcie met\u00e1lica atingida por radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica.<\/p>\n<p>II. O efeito fotoel\u00e9trico pode ser explicado satisfatoriamente com a ado\u00e7\u00e3o de um modelo corpuscular para a luz.<\/p>\n<p>III. Uma superf\u00edcie met\u00e1lica fotossens\u00edvel somente emite fotoel\u00e9trons quando a freq\u00fc\u00eancia da luz incidente nessa superf\u00edcie excede um certo valor m\u00ednimo, que depende do metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Quais est\u00e3o corretas?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) apenas I.<br \/>\nb) apenas II.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) apenas I e II.<br \/>\nd) apenas I e III.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) I, II e III.<\/p>\n<p>17-(UFSC) Assinale a(s) proposi\u00e7\u00e3o(\u00f5es) correta(s):<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image060.jpg\" alt=\"\" width=\"192\" height=\"108\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">01) a luz, em certas intera\u00e7\u00f5es com a mat\u00e9ria, comporta-se como uma onda eletromagn\u00e9tica; em outras intera\u00e7\u00f5es ela se comporta como part\u00edcula, como os f\u00f3tons no efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p>02) a difra\u00e7\u00e3o e a interfer\u00eancia s\u00e3o fen\u00f4menos que somente podem ser explicados satisfatoriamente por meio do comportamento ondulat\u00f3rio da luz.<\/p>\n<p>04) o efeito fotoel\u00e9trico somente pode ser explicado satisfatoriamente quando consideramos a luz formada por part\u00edculas, os f\u00f3tons.<\/p>\n<p>08) o efeito fotoel\u00e9trico \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia do comportamento ondulat\u00f3rio da luz.<\/p>\n<p>16) devido \u00e0 alta freq\u00fc\u00eancia da luz violeta, o &#8220;f\u00f3ton violeta&#8221; \u00e9 mais energ\u00e9tico do que o &#8220;f\u00f3ton vermelho&#8221;.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">D\u00ea como resposta a soma das alternativas corretas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">18-(UFPA-PA) Um acelerador de part\u00edculas \u00e9 a principal ferramenta usada pelos cientistas para pesquisas em f\u00edsica de altas energias. No maior acelerador linear do mundo, localizado em Stanford, el\u00e9trons podem ser acelerados at\u00e9 uma energia da ordem de 50GeV (1 GeV =10<sup>9<\/sup>)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image061.jpg\" alt=\"\" width=\"473\" height=\"106\" \/>\u00a0 <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image062.jpg\" alt=\"\" width=\"221\" height=\"105\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Com essa energia, o comprimento de onda de De Broglie associado ao el\u00e9tron vale 25 .10<sup>-18<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m. O gr\u00e1fico representado a seguir mostra como a velocidade v do el\u00e9tron varia com o tempo t nesse acelerador:<\/span><\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image063.jpg\" alt=\"\" width=\"244\" height=\"121\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Qual \u00e9 o significado f\u00edsico da ordenada A mostrada no gr\u00e1fico? Qual o seu valor num\u00e9rico no sistema internacional?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) Qual o valor da quantidade de movimento (momento linear) do el\u00e9tron mais energ\u00e9tico produzido em Stanford?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Considere a constante de Planck igual a 6,6 . 10<sup>-34<\/sup> J.s.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">19-(UEL-PR) Alguns semicondutores emissores de luz, mais conhecidos como LEDs, est\u00e3o sendo introduzidos na sinaliza\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito das principais cidades do mundo. Isto se deve ao tempo de vida muito maior e ao baixo consumo de energia el\u00e9trica dos<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image064.jpg\" alt=\"\" width=\"98\" height=\"117\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0LEDs em compara\u00e7\u00e3o com as l\u00e2mpadas incandescentes, que t\u00eam sido utilizadas para esse fim. A luz emitida por um semicondutor \u00e9 proveniente de um processo f\u00edsico, onde um el\u00e9tron excitado para a banda de condu\u00e7\u00e3o do semicondutor decai para a banda de<br \/>\nval\u00eancia, emitindo um f\u00f3ton de energia E=h\u03bd. Nesta rela\u00e7\u00e3o, h \u00e9 a constante de Planck, v \u00e9 a freq\u00fc\u00eancia da luz emitida (\u03bd=c \/ \u03bb, onde c \u00e9 a velocidade da luz e \u03bb o seu comprimento de onda), e E equivale \u00e0 diferen\u00e7a em energia entre o fundo da banda de condu\u00e7\u00e3o e o topo da banda de val\u00eancia, conhecida como energia de &#8220;gap&#8221; do semicondutor. Com base<br \/>\nnessas informa\u00e7\u00f5es e no conhecimento sobre o espectro eletromagn\u00e9tico, \u00e9 correto afirmar:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) A energia de &#8220;gap&#8221; de um semicondutor ser\u00e1 maior quanto maior for o comprimento de onda da luz emitida por ele.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) Para que um semicondutor emita luz verde, ele deve ter uma energia de &#8220;gap&#8221; maior que um semicondutor que emite luz vermelha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) O semicondutor que emite luz vermelha tem uma energia de &#8220;gap&#8221; cujo valor \u00e9 intermedi\u00e1rio \u00e0s energias de &#8220;gap&#8221; dos semicondutores que emitem luz verde e amarela.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) A energia de &#8220;gap&#8221; de um semicondutor ser\u00e1 menor quanto menor for o comprimento de onda da luz emitida por ele.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">e) O semicondutor emissor de luz amarela tem energia de &#8220;gap&#8221; menor que o semicondutor emissor de luz vermelha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">20-(UFES) Sabendo que uma l\u00e2mpada de vapor de s\u00f3dio emite preferencialmente luz na cor laranja-amarelada,<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image065.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"179\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u03bb = 600 nm, pode-se afirmar que um f\u00f3ton emitido por essa l\u00e2mpada apresenta uma energia de<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Dados: h = 6,6.10<sup>-34 <\/sup>J.s; c = 3 \u00d7 10<sup>8<\/sup> m\/s; 1nm = 10<sup>-9<\/sup>m<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) 1,1 .10<sup>-39 <\/sup>J.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) 2,2.10<sup>-29 <\/sup><br \/>\nc) 3,3 .10<sup>-19 <\/sup>J.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) 4,4.10<sup>-9<\/sup> J.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) 5,5.10<sup>19<\/sup> J<\/p>\n<p class=\"Default\" style=\"margin-left: 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;\"><b><br \/>\n<span style=\"color: windowtext;\">\u00a0<\/span><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">21-(UFC) Quanto ao n\u00famero de f\u00f3tons existentes em 1 joule de luz verde, 1 joule de luz vermelha e 1 joule de luz azul, podemos afirmar, corretamente, que:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz verde que em 1 joule de luz vermelha e existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz verde que em 1 joule de luz azul.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz vermelha que em 1 joule de luz verde e existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz verde que em 1 joule de luz azul.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz azul que em 1 joule de verde e existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz vermelha que em 1 joule de luz azul.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">d) existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz verde que em 1 joule de luz azul e existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz verde que em 1 joule de luz vermelha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">e) existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz vermelha que em 1 joule de luz azul e existem mais f\u00f3tons em 1 joule de luz azul que em 1 joule de luz verde.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">22-(ENEM-MEC) O efeito fotoel\u00e9trico contrariou as previs\u00f5es te\u00f3ricas da f\u00edsica cl\u00e1ssica porque mostrou que a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima dos el\u00e9trons, emitidos por uma placa met\u00e1lica iluminada, depende:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) exclusivamente da amplitude da radia\u00e7\u00e3o incidente.<\/p>\n<p>b) da freq\u00fc\u00eancia e n\u00e3o do comprimento de onda da radia\u00e7\u00e3o incidente.<\/p>\n<p>c) da amplitude e n\u00e3o do comprimento de onda da radia\u00e7\u00e3o incidente.<\/p>\n<p>d) do comprimento de onda e n\u00e3o da freq\u00fc\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o incidente.<\/p>\n<p>e) da freq\u00fc\u00eancia e n\u00e3o da amplitude da radia\u00e7\u00e3o incidente.<\/p>\n<p class=\"Default\"><span style=\"color: windowtext;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">23-(ITA-SP) Num experimento que usa o efeito fotoel\u00e9trico, ilumina-se sucessivamente a superf\u00edcie de um metal com luz de dois comprimentos de onda diferentes, \u03bb<sub>1<\/sub> e<br \/>\n\u03bb<sub>2<\/sub>, respectivamente. Sabe-se que as velocidades m\u00e1ximas dos fotoel\u00e9trons emitidos s\u00e3o, respectivamente, v<sub>1<\/sub> e v<sub>2<\/sub>\u201a em que v<sub>1<\/sub> = 2 v<sub>2<\/sub> . Designando C a velocidade da luz no<br \/>\nv\u00e1cuo, e h constante de Planck, pode-se, ent\u00e3o, afirmar que a fun\u00e7\u00e3o trabalho \u03c6 do metal \u00e9 dada por:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">24-(UFSM-RS) A luz, segundo a f\u00edsica moderna, apresenta car\u00e1ter dual, ou seja, em certos fen\u00f4menos, manifesta comportamento de part\u00edcula e, em outros, de onda.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Complete a coluna 2 de acordo com a coluna 1, segundo o comportamento da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image066.jpg\" alt=\"\" width=\"273\" height=\"100\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A sequ\u00eancia CORRETA\u00e9<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) 1 &#8211; 2 &#8211; 2 &#8211; 2.<br \/>\nb) 1 &#8211; 1 &#8211; 2 &#8211; 2.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) 1 &#8211; 1 &#8211; 1 &#8211; 2.<br \/>\nd) 2 &#8211; 2 &#8211; 1 &#8211; 1.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) 2 &#8211; 1 &#8211; 1 &#8211; 1.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">25-(UEPB-PB) A descoberta do efeito fotoel\u00e9trico e sua explica\u00e7\u00e3o pelo f\u00edsico Albert Einstein, em 1905, teve grande import\u00e2ncia para a compreens\u00e3o mais profunda da natureza da luz. No efeito fotoel\u00e9trico, os fotoel\u00e9trons s\u00e3o emitidos, de um c\u00e1todo C, com<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image067.jpg\" alt=\"\" width=\"234\" height=\"101\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">energia cin\u00e9tica que depende da freq\u00fc\u00eancia da luz incidente e s\u00e3o coletados pelo \u00e2nodo A, formando a corrente I mostrada. Atualmente, alguns aparelhos funcionam com base nesse<br \/>\nefeito e um exemplo muito comum \u00e9 a fotoc\u00e9lula utilizada na constru\u00e7\u00e3o de circuitos el\u00e9tricos para ligar\/desligar as l\u00e2mpadas dos postes de rua. Considere que em um circuito foi constru\u00eddo conforme a figura e que o c\u00e1todo \u00e9 feito de um material com fun\u00e7\u00e3o trabalho W= 3,0 eV (el\u00e9tron-volt). Se um feixe de luz incide sobre C,<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image068.jpg\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"115\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0ent\u00e3o o valor de freq\u00fc\u00eancia f da luz para que sejam, sem qualquer outro efeito, emitidos fotoel\u00e9trons com energia cin\u00e9tica m\u00e1xima Ec = 3,6 eV, em hertz, vale:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Dados: h = 6,6.10<sup>-34<\/sup>J.s &#8212;\u00a0 1 eV = 1,6.10<sup>-19<\/sup>J<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) 1,6.10<sup>15<\/sup>.<br \/>\nb) 3,0.10<sup>15<\/sup>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) 3,6.10<sup>15<\/sup>.<br \/>\nd) 6,6.10<sup>15<\/sup>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) 3,2.10.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">26-(UFSC-SC) Assinale a(s) proposi\u00e7\u00e3o(\u00f5es) CORRETA(S):<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(01) Devido \u00e0 alta freq\u00fc\u00eancia da luz violeta, o &#8220;f\u00f3ton violeta&#8221; \u00e9 mais energ\u00e9tico do que o<br \/>\n&#8220;f\u00f3ton vermelho&#8221;.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(02) A difra\u00e7\u00e3o e a interfer\u00eancia s\u00e3o fen\u00f4menos que somente podem ser explicados satisfatoriamente por meio do comportamento ondulat\u00f3rio da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(04) O efeito fotoel\u00e9trico somente pode ser explicado satisfatoriamente quando consideramos a luz formada por part\u00edculas, os f\u00f3tons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(08) A luz, em certas intera\u00e7\u00f5es com a mat\u00e9ria, comporta-se como uma onda eletromagn\u00e9tica; em outras intera\u00e7\u00f5es ela se comporta como part\u00edcula, como os f\u00f3tons no efeito fotoel\u00e9trico.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(16) O efeito fotoel\u00e9trico \u00e9 conseq\u00fc\u00eancia do comportamento ondulat\u00f3rio da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">27-(PUC-RS) A energia de um f\u00f3ton \u00e9 diretamente proporcional a sua freq\u00fc\u00eancia, com a constante de Plank, h, sendo o fator de proporcionalidade. Por outro lado, pode-se associar massa a um f\u00f3ton, uma vez que ele apresenta energia (E = mc2 ) e quantidade de movimento. Assim, a quantidade de movimento de um f\u00f3ton de freq\u00fc\u00eancia f propagando-se com velocidade c se expressa como:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span lang=\"EN-US\">a) c<sup>2<\/sup>\/hf.<br \/>\nb) hf\/c<sup>2<\/sup>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 c) hf\/c. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/span>d) c\/hf.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) cf\/h.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">28-(UFRN) B\u00e1rbara ficou encantada com a maneira de Natasha explicar a dualidade onda-part\u00edcula, apresentada nos textos de F\u00edsica Moderna. Natasha fez uma analogia com o processo de percep\u00e7\u00e3o de imagens, apresentando uma explica\u00e7\u00e3o baseada numa figura muito utilizada pelos psic\u00f3logos da Gestalt. Seus esclarecimentos e a figura ilustrativa s\u00e3o reproduzidos a seguir:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Figura citada por Natasha, na qual dois perfis formam um c\u00e1lice e vice-versa.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image069.jpg\" alt=\"img78\" width=\"136\" height=\"146\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A minha imagem preferida sobre o comportamento dual da luz \u00e9 o desenho de um c\u00e1lice feito por dois perfis. Qual a realidade que percebemos na figura? Podemos ver um c\u00e1lice ou dois perfis, dependendo de quem consideramos como figura e qual consideraremos como fundo, mas n\u00e3o podemos ver ambos simultaneamente. \u00c9 um exemplo perfeito de realidade criada pelo observador, em que n\u00f3s decidimos o que vamos observar. A luz se comporta de forma an\u00e1loga, pois, dependendo do tipo de experi\u00eancia (&#8220;fundo&#8221;), revela sua natureza de onda ou sua natureza de part\u00edcula, sempre escondendo uma quando a outra \u00e9 mostrada.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Diante das explica\u00e7\u00f5es acima, \u00e9 correto afirmar que Natasha estava ilustrando, com o comportamento da luz, o que os f\u00edsicos chamam de princ\u00edpio da:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) incerteza de Heisenberg.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) complementaridade de Bohr.<br \/>\nc) superposi\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) relatividade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">29-(UEL-PR-09)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">I &#8211; A cor \u00e9 uma caracter\u00edstica somente da luz absorvida pelos objetos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">II &#8211; Um corpo negro ideal absorve toda a luz incidente, n\u00e3o refletindo nenhuma onda eletromagn\u00e9tica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">III &#8211; A frequ\u00eancia de uma determinada cor (radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica) \u00e9 sempre a mesma.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">IV &#8211; A luz ultravioleta tem energia maior do que a luz infravermelha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa CORRETA.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Somente as afirmativas I e II s\u00e3o corretas.<br \/>\nb) Somente as afirmativas I e III s\u00e3o corretas.<br \/>\nc) Somente as afirmativas II e IV s\u00e3o corretas.<br \/>\nd) Somente as afirmativas I, III e IV s\u00e3o corretas.<br \/>\ne) Somente as afirmativas II, III e IV s\u00e3o corretas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">30-(ITA-SP-09)\u00a0 Um feixe de laser com energia E incide sobre um espelho de massa m dependurado por um fio. Sabendo que o<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image070.jpg\" alt=\"\" width=\"264\" height=\"125\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">momentum do feixe de luz laser \u00e9 E\/c, em que c \u00e9 a velocidade da luz, calcule a que altura h o espelho subir\u00e1.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">31-(UEG-GO-09)\u00a0 Leia a tirinha a seguir.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><span style=\"background: lime;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image071.jpg\" alt=\"\" width=\"384\" height=\"186\" \/><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Para validar a proposta do analista, ocorr\u00eancia da dualidade onda-part\u00edcula, o senhor F\u00f3ton deve ser capaz de sofrer<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) interfer\u00eancia e refra\u00e7\u00e3o.<br \/>\nb) interfer\u00eancia e polariza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nc) difra\u00e7\u00e3o e efeito fotoel\u00e9trico.<br \/>\nd) efeitos fotoel\u00e9trico e Compton.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">32-(UFPE-PE-09) O c\u00e9sio met\u00e1lico tem uma fun\u00e7\u00e3o trabalho (potencial de superf\u00edcie) de 1,8 eV.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image072.jpg\" alt=\"\" width=\"264\" height=\"120\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Qual a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima dos el\u00e9trons, em eV, que escapam da superf\u00edcie do metal quando ele \u00e9 iluminado com luz ultravioleta de comprimento de onda igual a 327 nm?<br \/>\nConsidere: 1eV=1,6.10<sup>-19<\/sup>J; h=6,63.10<sup>-34<\/sup>J.s e C=3,0.10<sup>8<\/sup>m\/s<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">33-(UFG-GO-09) As portas autom\u00e1ticas, geralmente usadas para dividir ambientes, com climatiza\u00e7\u00e3o, do meio externo, usam<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image073.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"148\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c\u00e9lulas fotoel\u00e9tricas, cujo princ\u00edpio de funcionamento baseia-se no efeito fotoel\u00e9trico, que rendeu ao f\u00edsico Albert Einstein o Pr\u00eamio Nobel de 1921, por sua explica\u00e7\u00e3o de 1905. No experimento para observa\u00e7\u00e3o desse efeito, incide-se um feixe de luz sobre uma superf\u00edcie met\u00e1lica polida, localizada em uma regi\u00e3o sob uma diferen\u00e7a de potencial V, conforme a figura, e mede-se o potencial freador que faz cessar a corrente entre os eletrodos, sendo este o Potencial Limite. O gr\u00e1fico representa a depend\u00eancia entre o Potencial Limite e a frequ\u00eancia da luz incidente sobre a superf\u00edcie de uma amostra de n\u00edquel.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image074.jpg\" alt=\"\" width=\"501\" height=\"181\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Tendo em vista o exposto, responda:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Qual \u00e9 a menor frequ\u00eancia da luz, em Hertz, que consegue arrancar el\u00e9trons da superf\u00edcie do metal?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) Para o potencial de 1,5 V, qual \u00e9 a energia cin\u00e9tica (em Joules) do el\u00e9tron ejetado da superf\u00edcie do metal?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">34-(UFMG-MG-09) Um estudante de F\u00edsica adquiriu duas fontes de luz laser com as seguintes especifica\u00e7\u00f5es para a luz emitida:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image075.jpg\" alt=\"\" width=\"360\" height=\"78\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Sabe-se que a fonte I emite N<sub>I <\/sub>f\u00f3tons por segundo, cada um com energia E<sub>I<\/sub>; e que a fonte II emite N<sub>II <\/sub>f\u00f3tons por segundo, cada um com energia E <sub>II<\/sub>. Considerando-se essas informa\u00e7\u00f5es, \u00e9 CORRETO afirmar que<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) N<sub>I<\/sub> &lt; N<sub>II <\/sub>e E<sub>I<\/sub> = E<sub>II<\/sub>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) N<sub>I<\/sub> &lt; N<sub>II <\/sub>e E<sub>I<\/sub> &lt; E<sub>II<\/sub>.<br \/>\nc)\u00a0 <sub>I<\/sub> = N<sub>II <\/sub>e E<sub>I<\/sub> &lt; E<sub>II<\/sub>.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) N<sub>I<\/sub> = N<sub>II <\/sub>e E<sub>I<\/sub> = E<sub>II<\/sub>.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">35-UFES-ES-09) O comprimento de onda do f\u00f3ton com energia de 6.600 eV \u00e9 de:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) 4,80.10<sup>-48<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m<\/span><\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) 3,00.10<sup>-32<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m<\/span><\/sup><br \/>\nc) 3,00.10<sup>-29 <span style=\"vertical-align: baseline;\">m<\/span><\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) 1,87.10<sup>-13<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m<\/span><\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 e) 1,87.10<sup>-10<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m<\/span><\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: 2.0pt; line-height: 105%; text-autospace: none;\"><span style=\"line-height: 105%;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">36-(UNICAMP-SP-09)\u00a0 A F\u00edsica de Part\u00edculas nasceu com a descoberta do el\u00e9tron, em 1897. Em seguida foram descobertos o<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image076.jpg\" alt=\"\" width=\"120\" height=\"144\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0pr\u00f3ton, o n\u00eautron e v\u00e1rias outras part\u00edculas, dentre elas o p\u00edon, em 1947, com a participa\u00e7\u00e3o do brasileiro C\u00e9sar Lattes.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Num experimento similar ao que levou \u00e0 descoberta do n\u00eautron, em 1932, um n\u00eautron de massa m desconhecida e velocidade v<sub>o<\/sub>=4.10<sup>7<\/sup> m\/s colide frontalmente com um<br \/>\n\u00e1tomo de nitrog\u00eanio de massa M=14 u (unidade de massa at\u00f4mica) que se encontra em repouso. Ap\u00f3s a colis\u00e3o, o n\u00eautron retorna com velocidade v&#8217; e o \u00e1tomo de nitrog\u00eanio adquire uma velocidade V=5.10<sup>6<\/sup> m\/s. Em consequ\u00eancia da conserva\u00e7\u00e3o da energia cin\u00e9tica, a velocidade de afastamento das part\u00edculas \u00e9 igual \u00e0 velocidade de aproxima\u00e7\u00e3o. Qual \u00e9 a massa m, em unidades de massa at\u00f4mica, encontrada para o n\u00eautron no experimento?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) O Grande &#8220;Colisor&#8221; de H\u00e1drons (&#8220;Large Hadron Collider-LHC&#8221;) \u00e9 um<br \/>\nacelerador de part\u00edculas que tem, entre outros prop\u00f3sitos, o de detectar uma part\u00edcula, prevista teoricamente, chamada b\u00f3son de Higgs. Para esse fim, um pr\u00f3ton com energia de E=7.10<sup>12<\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><sup><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image077.jpg\" alt=\"\" width=\"112\" height=\"108\" \/><\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0eV colide frontalmente com outro pr\u00f3ton de mesma energia produzindo muitas part\u00edculas. O comprimento de onda (\u03bb) de uma part\u00edcula fornece o tamanho t\u00edpico que pode ser observado quando a part\u00edcula interage com outra. No caso dos pr\u00f3tons do LHC, E=hc\/\u03bb<br \/>\n, onde h=4.10<sup>-15<\/sup> e.V.s, e c=3.10<sup>8<\/sup> m\/s. Qual \u00e9 o comprimento de onda dos pr\u00f3tons do LHC?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">37-(UEL-PR-09) A faixa de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica percept\u00edvel dos seres humano est\u00e1 compreendida entre o intervalo de 400 nm a 700 nm.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Considere as afirmativas a seguir.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">I &#8211; A cor \u00e9 uma caracter\u00edstica somente da luz absorvida pelos objetos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">II &#8211; Um corpo negro ideal absorve toda a luz incidente, n\u00e3o refletindo nenhuma onda eletromagn\u00e9tica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">III &#8211; A frequ\u00eancia de uma determinada cor (radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica) \u00e9 sempre a mesma.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">IV &#8211; A luz ultravioleta tem energia maior do que a luz infravermelha.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa CORRETA.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a)\u00a0 Somente as afirmativas I e II s\u00e3o corretas.<br \/>\nb)\u00a0 Somente as afirmativas I e III s\u00e3o corretas.<br \/>\nc)\u00a0 Somente as afirmativas II e IV s\u00e3o corretas.<br \/>\nd)\u00a0 Somente as afirmativas I, III e IV s\u00e3o corretas.<br \/>\ne)\u00a0 Somente as afirmativas II, III e IV s\u00e3o corretas.<\/p>\n<p>38-(UDESC-SC-010) \u00a0Analise as afirmativas abaixo, relativas \u00e0 explica\u00e7\u00e3o do efeito fotoel\u00e9trico, tendo como base o modelo corpuscular da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image078.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"135\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">I \u2013 A energia dos f\u00f3tons da<br \/>\nluz incidente \u00e9 transferida para os el\u00e9trons no metal de forma quantizada.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">II \u2013 A energia cin\u00e9tica<br \/>\nm\u00e1xima dos el\u00e9trons emitidos de uma superf\u00edcie met\u00e1lica depende apenas da<br \/>\nfrequ\u00eancia da luz incidente e da fun\u00e7\u00e3o trabalho do metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">III \u2013 Em uma superf\u00edcie<br \/>\nmet\u00e1lica, el\u00e9trons devem ser ejetados independentemente da frequ\u00eancia da luz<br \/>\nincidente, desde que a intensidade seja alta o suficiente, pois est\u00e1 sendo<br \/>\ntransferida energia ao metal.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa correta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) somente a afirmativa II \u00e9 verdadeira<br \/>\nb) somente as afirmativas I e III s\u00e3o verdadeiras<br \/>\nc) somente as afirmativas I e II s\u00e3o verdadeiras<br \/>\nd) somente a afirmativa III \u00e9 verdadeira<br \/>\ne) todas as afirmativas s\u00e3o verdadeiras<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">39-(UFOPA-PA-010)\u00a0 Em um aparelho de TV de tubos cat\u00f3dicos, a imagem \u00e9 formada quando el\u00e9trons produzidos por um<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image079.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"182\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">filamento que existe no tubo atingem uma tela e s\u00e3o completamente freados. Calcule a ordem de grandeza da frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o emitida por um el\u00e9tron quando esse atinge a tela, admitindo que o el\u00e9tron deixa o tubo com uma velocidade igual a 10 % da velocidade da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Dados: massa do el\u00e9tron m = 9,11 x 10<sup>-31<span style=\"vertical-align: baseline;\"> kg<\/span><\/sup>; velocidade da luz no v\u00e1cuo c = 3,0 x 10<sup>8<\/sup> m\/s e constante de Planck h = 6,62.10<sup>-34 <\/sup>J.s<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">40-(UFU-MG-010)\u00a0 A descoberta da quantiza\u00e7\u00e3o da energia completou 100 anos em 2000. Tal descoberta possibilitou a constru\u00e7\u00e3o dos dispositivos semicondutores que formam a base do funcionamento dos dispositivos opto-eletr\u00f4nicos do mundo<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image080.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"110\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">atual. Hoje, sabe-se que uma radia\u00e7\u00e3o monocrom\u00e1tica \u00e9 constitu\u00edda de f\u00f3tons com energias dadas por E = hf, onde h<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image081.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"12\" \/>6 x 10<sup>-34<\/sup><br \/>\nj.s e f \u00e9 a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Se uma radia\u00e7\u00e3o monocrom\u00e1tica vis\u00edvel, de comprimento de onda \u03bb = 6.10<sup>-7<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m, incide do ar<br \/>\n(n = 1) para um meio transparente X de \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o desconhecido, formando \u00e2ngulos de incid\u00eancia e de refra\u00e7\u00e3o iguais a 45\u00ba e 30\u00ba, respectivamente, determine:<\/span><\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) A energia dos f\u00f3tons que constituem tal radia\u00e7\u00e3o vis\u00edvel.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) O \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o do meio transparente X.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">c) A velocidade de propaga\u00e7\u00e3o dessa radia\u00e7\u00e3o no interior do meio transparente X.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">41-(UFPR-PR-010) Entre as inova\u00e7\u00f5es da F\u00edsica que surgiram no in\u00edcio do s\u00e9culo XX, uma foi o estabelecimento da teoria _______, que procurou explicar o surpreendente resultado apresentado pela radia\u00e7\u00e3o e pela mat\u00e9ria conhecido como dualidade<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image082.jpg\" alt=\"\" width=\"176\" height=\"109\" \/>\u00a0\u00a0 <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image083.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"113\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">entre _______ e ondas. Assim, quando se faz um feixe de el\u00e9trons passar por uma fenda de largura microm\u00e9trica, o efeito observado \u00e9 o comportamento _______ da mat\u00e9ria, e quando fazemos um feixe de luz incidir sobre uma placa met\u00e1lica, o efeito observado pode ser explicado considerando a luz como um feixe de _______.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Assinale a alternativa que apresenta a sequ\u00eancia correta de palavras para o preenchimento das lacunas nas frases acima.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) Relativ\u00edstica \u2013 part\u00edculas \u2013 ondulat\u00f3rio \u2013 part\u00edculas.<br \/>\nb) Atom\u00edstica \u2013 radia\u00e7\u00e3o \u2013 r\u00edgido \u2013 ondas.<br \/>\nc) Qu\u00e2ntica \u2013 part\u00edculas \u2013 ondulat\u00f3rio \u2013 part\u00edculas.<br \/>\nd) Relativ\u00edstica \u2013 radia\u00e7\u00e3o \u2013 ca\u00f3tico \u2013 ondas.<br \/>\ne) Qu\u00e2ntica \u2013 part\u00edculas \u2013 ondulat\u00f3rio \u2013 ondas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">42-(UFPE-PE-010) Quando um feixe de luz de comprimento de onda 4,0.10<sup>-7<span style=\"vertical-align: baseline;\"> m (E<\/span><\/sup><sub>f\u00f3ton<\/sub><br \/>\n= 3,0 eV) incide sobre a superf\u00edcie de um metal, os fotoel\u00e9trons mais energ\u00e9ticos t\u00eam energia cin\u00e9tica igual a 2,0 eV. Suponha que o comprimento de onda dos f\u00f3tons incidentes seja reduzido \u00e0 metade. Qual ser\u00e1 a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima dos fotoel\u00e9trons, em eV?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a043-(UFG-GO-010) Antipart\u00edculas, raras na natureza, possuem carga el\u00e9trica oposta \u00e0 de suas part\u00edculas correspondentes. Se encontr\u00e1ssemos uma fonte de antipart\u00edculas, poder\u00edamos produzir uma grande quantidade de energia, permitindo que elas se aniquilassem com suas part\u00edculas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image084.jpg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"49\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Dessa forma, calcule:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a) a quantidade de energia que seria liberada se 2,0 gramas de antimat\u00e9ria fossem aniquiladas com 2,0 gramas de sua mat\u00e9ria (considere a velocidade da luz igual a 3.10<sup>8<\/sup> m\/s);<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">b) por quanto tempo essa energia abasteceria uma cidade com um milh\u00e3o de habitantes, considerando que uma pessoa consome, em m\u00e9dia, 100 kwh por m\u00eas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">44-(ACAFE-SC-010) A Historia da Ci\u00eancia tem sido marcada pela presen\u00e7a de grandes contribui\u00e7\u00f5es que provocaram \u201crevolu\u00e7\u00f5es\u201d e mudaram a maneira de pensar o mundo e tamb\u00e9m a descri\u00e7\u00e3o dos fen\u00f4menos que nos cercam, bem como aqueles em n\u00edveis at\u00f4micos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\">Observe as informa\u00e7\u00f5es das tr\u00eas colunas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image085.jpg\" alt=\"\" width=\"222\" height=\"193\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">As rela\u00e7\u00f5es corretas com a sequ\u00eancia Autor, Contribui\u00e7\u00e3o e Fen\u00f4meno est\u00e3o na alternativa:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">a)\u00a0 (I \u2013 b \u2013 F3), (II \u2013 a \u2013 F4), (III \u2013 c \u2013 F2) e (IV \u2013 d \u2013 F1).<br \/>\nb)\u00a0 (I \u2013 b \u2013 F3), (II \u2013 c \u2013 F4), (III \u2013 a \u2013 F2) e (IV \u2013 d \u2013 F2).<br \/>\nc)\u00a0 (I \u2013 d \u2013 F3), (II \u2013 c \u2013 F4), (III \u2013 a \u2013 F2) e (IV \u2013 b \u2013 F2).<br \/>\nd) (I \u2013 d \u2013 F3), (II \u2013 a \u2013 F4), (III \u2013 c \u2013 F2) e (IV \u2013 a \u2013 F2).<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">45-(ITA-SP-010)\u00a0 O olho humano \u00e9 uma c\u00e2mara com um pequeno diafragma de entrada (pupila), uma lente (cristalino) e uma superf\u00edcie fotossens\u00edvel (retina). Chegando \u00e0 retina,<br \/>\nos f\u00f3tons produzem impulsos el\u00e9tricos que s\u00e3o conduzidos pelo nervo \u00f3tico at\u00e9 o<br \/>\nc\u00e9rebro, onde s\u00e3o decodificados.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/fis_moderna1\/image086.jpg\" alt=\"\" width=\"236\" height=\"116\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Quando devidamente acostumada \u00e0 obscuridade, a pupila se dilata at\u00e9 um raio de 3 mm e o olho pode ser sensibilizado por apenas 400 f\u00f3tons por segundo. Numa noite muito escura, duas fontes monocrom\u00e1ticas, ambas com pot\u00eancia de 6 \u00d710\u20135 W, emitem,<br \/>\nrespectivamente, luz azul (\u03bb = 475 nm) e vermelha (\u03bb = 650 nm)<br \/>\nisotropicamente, isto \u00e9, em todas as dire\u00e7\u00f5es. Desprezando a absor\u00e7\u00e3o de luz<br \/>\npelo ar e considerando a \u00e1rea da pupila circular, qual das duas fontes pode ser<br \/>\nvista a uma maior dist\u00e2ncia?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Justifique com c\u00e1lculos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">46-(UFBA-BA-011)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image001.jpg\" alt=\"\" width=\"84\" height=\"98\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image002.jpg\" alt=\"\" width=\"224\" height=\"97\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image003.jpg\" alt=\"\" width=\"177\" height=\"92\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image004.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"93\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">A vida moderna n\u00e3o poderia<br \/>\noferecer muitos dos servi\u00e7os sem o uso do laser. Esse feixe de luz concentrada,<br \/>\nque se propaga em uma mesma dire\u00e7\u00e3o, por meio de ondas de comprimento id\u00eantico,<br \/>\ncom suas m\u00faltiplas fun\u00e7\u00f5es, \u00e9, sem d\u00favida, a inven\u00e7\u00e3o mais impactante do mundo<br \/>\nmoderno.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na medicina, ele corta (com<br \/>\nmuita precis\u00e3o e pouco sangue) m\u00fasculos, pele e ossos e \u00e9 a principal indica\u00e7\u00e3o<br \/>\npara 95% das terapias antienvelhecimento \u2014 da remo\u00e7\u00e3o de manchas ao aumento da<br \/>\nprodu\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno. Estimula a renova\u00e7\u00e3o celular e pode ser capaz at\u00e9 de<br \/>\ndiagnosticar les\u00f5es na retina. Charles Campbell (1926-2007), oftalmologista<br \/>\nnorte americano, utilizou-o pela<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image005.jpg\" alt=\"\" width=\"111\" height=\"94\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image006.jpg\" alt=\"\" width=\"113\" height=\"95\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image007.jpg\" alt=\"\" width=\"122\" height=\"94\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image008.jpg\" alt=\"\" width=\"267\" height=\"97\" \/>\u00a0<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao15\/image009.jpg\" alt=\"\" width=\"109\" height=\"97\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">primeira vez em 1961 para<br \/>\neliminar um tumor maligno da retina de um paciente. Desde os anos 50, os<br \/>\nm\u00e9dicos empregavam a luz solar para queimar les\u00f5es na retina. Com uma lente,<br \/>\neles convergiam os raios de sol diretamente para o olho do doente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Hoje, gra\u00e7as \u00e0 exatid\u00e3o dos<br \/>\ncortes a laser, 95% dos pacientes deixam de usar \u00f3culos depois de uma opera\u00e7\u00e3o<br \/>\nde miopia. Para se ter uma ideia da tecnologia dos aparelhos empregados nesse<br \/>\ntipo de cirurgia, os feixes de luz que eles emitem t\u00eam a dura\u00e7\u00e3o de cerca de 10<br \/>\nfemtossegundos, sendo um femtossegundo equivalente a 1 segundo dividido por 1<br \/>\nquatrilh\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">(LOPES, 2010, p. 68-75).<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Considerando-se essas<br \/>\ninforma\u00e7\u00f5es e os conhecimentos das Ci\u00eancias Naturais a elas associados, \u00e9<br \/>\ncorreto afirmar:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">01) Os \u00e1tomos t\u00eam a<br \/>\ncapacidade de emitir luz no exato momento em que el\u00e9trons saltam de camadas mais<br \/>\ninternas para outras mais externas da eletrosfera at\u00f4mica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">02) Os m\u00e9dicos utilizavam<br \/>\nlentes de borda grossa com o \u00edndice de refra\u00e7\u00e3o maior que o do ar, de modo a<br \/>\nconvergir os raios de sol diretamente para o olho do paciente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">04) Os aparelhos empregados<br \/>\nna cirurgia de miopia a laser emitem feixes de luz cuja dura\u00e7\u00e3o \u00e9 da ordem de<br \/>\n10<sup>-14<\/sup> segundos.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">08) O aumento da produ\u00e7\u00e3o de<br \/>\ncol\u00e1geno pelo laser exemplifica um evento molecular, expresso na rela\u00e7\u00e3o<br \/>\ngenes-ambiente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">16) As c\u00e9lulas que integram<br \/>\nos m\u00fasculos, pele e ossos compartilham a origem endod\u00e9rmica no curso\u00a0 da<br \/>\nembriog\u00eanese, sendo, por isso, menos irrigadas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">32) A renova\u00e7\u00e3o celular \u00e9<br \/>\nconsequ\u00eancia da multiplica\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas altamente diferenciadas por um\u00a0 processo<br \/>\nque reduz \u00e0 metade o complemento cromoss\u00f4mico diploide.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">64) Aparelhos que usam o<br \/>\narg\u00f4nio para a produ\u00e7\u00e3o de raios laser trabalham com \u00e1tomos que possuem a mesma<br \/>\nestrutura eletr\u00f4nica dos \u00edons c\u00e1lcio.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">47-<b> <\/b>(UFG-GO-011)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image001.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"103\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Um laser emite um pulso de<br \/>\nluz monocrom\u00e1tico com dura\u00e7\u00e3o<b> <\/b>de 6,0 ns, com frequ\u00eancia de 4,0.10<sup>14<\/sup><br \/>\nHz e pot\u00eancia<b> <\/b>de 110 mW. O<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image002.jpg\" alt=\"\" width=\"126\" height=\"90\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">\u00a0n\u00famero de f\u00f3tons contidos<br \/>\nnesse pulso \u00e9<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; text-autospace: none;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image003.jpg\" alt=\"\" width=\"189\" height=\"44\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">a)<br \/>\n2,5.10<sup>9 <\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0b) 2,5.10<sup>12 <\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0c)<br \/>\n6,9.10<sup>13\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/sup>d) 2,5.10<sup>14 <\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0e)<br \/>\n4,2.10<sup>14<\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\"><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">48-(UNEMAT-MT-011)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image004.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"34\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">Os<br \/>\ncomprimentos de onda de maior interesse ecol\u00f3gico abrangem as faixas do<br \/>\nultravioleta, do vis\u00edvel e do infravermelho. Destas, a faixa vis\u00edvel (400 A 700 nm) assume maior import\u00e2ncia dada a sua participa\u00e7\u00e3o no processo fotossint\u00e9tico, classificadas<br \/>\ncomo RFA (Radia\u00e7\u00e3o Fotossinteticamente Ativa). Na fotoss\u00edntese, a energia<br \/>\nradiante \u00e9 absorvida e transformada em energia de liga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; text-autospace: none;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image005.jpg\" alt=\"\" width=\"108\" height=\"96\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">\u00a0qu\u00edmica.<br \/>\nOs receptores de radia\u00e7\u00e3o da fotoss\u00edntese s\u00e3o as clorofilas e os pigmentos<br \/>\nacess\u00f3rios (caroteno e xantofila).<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">Considerando<br \/>\nE a energia de um \u00fanico f\u00f3ton de frequ\u00eancia f incidente na clorofila e n, o<br \/>\nn\u00famero de f\u00f3tons envolvidos no processo, para uma energia de 500 kCal, com luz<br \/>\nde comprimento de onda de 700 nm, o n\u00famero de f\u00f3tons correspondentes ser\u00e1 de<br \/>\naproximadamente, considerando: E=h.f\u00a0 &#8212;\u00a0 Constante de Plank \u2013 h=6,62.10<sup>-34<\/sup><br \/>\nJ.s\u00a0 &#8212;\u00a0 1kcal=4.10<sup>3<\/sup>J\u00a0 &#8212;\u00a0 velocidade da luz \u2013 c=3.10<sup>8<\/sup><br \/>\nm\/s\u00a0 &#8212;\u00a0 1nm=10<sup>-9<\/sup>m<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-autospace: none;\">a)<br \/>\n7.10<sup>24<\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 b) 7.10<sup>-24<\/sup><br \/>\nc) 7.10<sup>-14<\/sup>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 d) 5.10<sup>-10<\/sup><br \/>\ne) 5.10<sup>-14<\/sup><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">49-(UNICAMP-SP-011)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image006.jpg\" alt=\"\" width=\"144\" height=\"77\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">Em<br \/>\n1905 Albert Einstein prop\u00f4s que a luz \u00e9 formada por part\u00edculas denominadas<br \/>\nf\u00f3tons. Cada f\u00f3ton de luz transporta uma<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 12.0pt;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image007.jpg\" alt=\"\" width=\"82\" height=\"90\" \/><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image008.jpg\" alt=\"\" width=\"154\" height=\"90\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">quantidade<br \/>\nde energia E = <sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" id=\"_tx_id_18_\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image009.gif\" alt=\"\" width=\"24\" height=\"20\" \/><\/sub>\u00a0e possui momento linear p=h\/\u03bb,<br \/>\nem que h = 6,6 x 10<sup>-34<\/sup> Js \u00e9 a constante de Planck e <sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image010.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"13\" \/><\/sub>e <sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image011.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"16\" \/><\/sub>s\u00e3o,<br \/>\nrespectivamente, a frequ\u00eancia e o comprimento de onda da luz.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">a)<br \/>\nA aurora boreal \u00e9 um fen\u00f4meno natural que acontece no Polo Norte, no qual<br \/>\nefeitos luminosos s\u00e3o produzidos por colis\u00f5es<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 12.0pt;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image012.jpg\" alt=\"\" width=\"228\" height=\"103\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">entre<br \/>\npart\u00edculas carregadas e os \u00e1tomos dos gases da alta atmosfera terrestre. De<br \/>\nmodo geral, o efeito luminoso \u00e9 dominado pelas colora\u00e7\u00f5es verde e vermelha, por<br \/>\ncausa das colis\u00f5es das part\u00edculas carregadas com \u00e1tomos de oxig\u00eanio e<br \/>\nnitrog\u00eanio, respectivamente.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">Calcule<br \/>\na raz\u00e3o R=E<sub>verde<\/sub>\/E<sub>vermelho<\/sub>\u00a0 em que E<sub>verde<\/sub> \u00e9 a energia transportada por um f\u00f3ton de luz verde com 500 nm, <sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image011.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"16\" \/>verde <\/sub>= 500 nm,<br \/>\ne E<sub>vermelho<\/sub> \u00e9 a energia transportada por um f\u00f3ton de luz vermelha<br \/>\ncom <sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image011.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"16\" \/>vermelho<\/sub> = 650 nm.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">b)<br \/>\nOs \u00e1tomos dos gases da alta atmosfera est\u00e3o constantemente absorvendo e<br \/>\nemitindo f\u00f3tons em v\u00e1rias frequ\u00eancias. Um \u00e1tomo, ao absorver um f\u00f3ton, sofre<br \/>\numa mudan\u00e7a em seu momento linear, que \u00e9 igual, em m\u00f3dulo, dire\u00e7\u00e3o e sentido,<br \/>\nao momento linear<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 12.0pt;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image013.jpg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"101\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">\u00a0do<br \/>\nf\u00f3ton absorvido. Calcule o m\u00f3dulo da varia\u00e7\u00e3o de velocidade de um \u00e1tomo de<br \/>\nmassa m = 5,0.10<sup>-26<span style=\"vertical-align: baseline;\"> kg que absorve um f\u00f3ton de comprimento de onda <\/span><\/sup><sub><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image011.gif\" alt=\"\" width=\"12\" height=\"16\" \/><\/sub>= 660 nm.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">50-(ITA-SP-011)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image014.jpg\" alt=\"\" width=\"120\" height=\"81\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">O<br \/>\naparato para estudar o efeito fotoel\u00e9trico mostrado na figura consiste de um<br \/>\ninv\u00f3lucro de vidro que encerra o aparelho em um ambiente no qual se faz v\u00e1cuo.<br \/>\nAtrav\u00e9s de uma janela de quartzo, luz monocrom\u00e1tica incide sobre a placa de<br \/>\nmetal P e libera<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 12.0pt;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image015.jpg\" alt=\"\" width=\"216\" height=\"113\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\">\u00a0el\u00e9trons.<br \/>\nOs el\u00e9trons s\u00e3o ent\u00e3o detectados sob a forma de uma corrente, devido \u00e0<br \/>\ndiferen\u00e7a de potencial V estabelecida entre P e Q. \u00a0Considerando duas situa\u00e7\u00f5es<br \/>\ndistintas <b>a<\/b> e <b>b<\/b>, nas quais a intensidade da luz incidente em <b>a<\/b><br \/>\ne o dobro do caso <b>b<\/b>, assinale qual dos gr\u00e1ficos representa corretamente<br \/>\na corrente fotoel\u00e9trica em fun\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a de potencial.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"line-height: 12.0pt;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao16\/image016.jpg\" alt=\"\" width=\"767\" height=\"127\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">51-(UEM-PR-012)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1149.jpg\" alt=\"\" width=\"393\" height=\"122\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Com rela\u00e7\u00e3o ao efeito fotoel\u00e9trico e \u00e0s conclus\u00f5es advindas da<br \/>\ninterpreta\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno, assinale o que for correto.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">01) Para uma frequ\u00eancia fixa, o n\u00famero de el\u00e9trons emitidos por<br \/>\numa placa met\u00e1lica iluminada \u00e9 proporcional \u00e0 intensidade da radia\u00e7\u00e3o luminosa<br \/>\nque incide na placa.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">02) A energia das radia\u00e7\u00f5es eletromagn\u00e9ticas \u00e9 quantizada e \u00e9<br \/>\ntanto maior quanto maior for a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">04) A energia cin\u00e9tica dos el\u00e9trons emitidos por uma placa<br \/>\niluminada depende da intensidade da radia\u00e7\u00e3o que incide na placa.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">08) A luz \u00e9 formada por corp\u00fasculos, ou\u00a0 quanta de luz,<br \/>\ndenominados f\u00f3tons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">16) O efeito fotoel\u00e9trico pode sempre ser observado em um<br \/>\nexperimento com uma placa de alum\u00ednio cuja fun\u00e7\u00e3o trabalho \u00e9 4,1 eV,<br \/>\nindependentemente da frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o utilizada no experimento.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">\u00a052-(PUC-RS-012)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1151.jpg\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"116\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">De acordo com a quantiza\u00e7\u00e3o da energia de Planck, sabe-se que a<br \/>\nenergia de um f\u00f3ton \u00e9 E = hf onde h \u00e9 a constante de<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1152.jpg\" alt=\"\" width=\"187\" height=\"146\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Planck e f \u00e9 a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Considerando os f\u00f3tons de radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica a seguir,<br \/>\nnumere os par\u00eanteses em ordem crescente de sua energia, sendo 1 o de menor<br \/>\nenergia e 5 o de maior energia.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">( ) luz azul<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">( ) luz vermelha<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">( ) raios gama<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">( ) radia\u00e7\u00e3o ultravioleta<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">( ) radia\u00e7\u00e3o infravermelha<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">\u00a0<span lang=\"EN-US\">53-(FUVEST-SP-012)\u00a0<\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1155.jpg\" alt=\"\" width=\"468\" height=\"109\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Em um laborat\u00f3rio de f\u00edsica, estudantes fazem um experimento em<br \/>\nque radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica de comprimento de onda \u03b3 =300 nm incide em<br \/>\numa placa de s\u00f3dio, provocando a emiss\u00e3o de el\u00e9trons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1156.jpg\" alt=\"\" width=\"285\" height=\"185\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Os el\u00e9trons escapam da placa de s\u00f3dio com energia cin\u00e9tica<br \/>\nm\u00e1xima E<sub>C<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>= E \u2013 W,<br \/>\nsendo E a energia de um f\u00f3ton da radia\u00e7\u00e3o e W a energia m\u00ednima necess\u00e1ria para<br \/>\nextrair um el\u00e9tron da placa. A energia de cada f\u00f3ton \u00e9 E = h f, sendo h a<br \/>\nconstante de Planck e f a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o. Determine<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">a) a frequ\u00eancia f da radia\u00e7\u00e3o incidente na placa de s\u00f3dio;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">b) a energia E de um f\u00f3ton dessa radia\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">c) a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima E<sub>C<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>de um el\u00e9tron que escapa da placa de<br \/>\ns\u00f3dio;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">d) a frequ\u00eancia\u00a0 f<sub>o<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, abaixo da<br \/>\nqual \u00e9 imposs\u00edvel haver emiss\u00e3o de el\u00e9trons da placa de s\u00f3dio.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">54-(UFRN-RN-012)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1158.jpg\" alt=\"\" width=\"516\" height=\"117\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Descoberto independentemente pelo russo Alexandre Stoletov, em<br \/>\n1872, e pelo alem\u00e3o Heirich Hertz, em 1887, o efeito fotoel\u00e9trico tem<br \/>\natualmente v\u00e1rias aplica\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas principalmente na automa\u00e7\u00e3o eletro<br \/>\nmec\u00e2nica, tais como: portas autom\u00e1ticas, dispositivos de<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1159.jpg\" alt=\"\" width=\"506\" height=\"114\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">seguran\u00e7a de m\u00e1quinas e controle de ilumina\u00e7\u00e3o.<br \/>\nFundamentalmente, o efeito fotoel\u00e9trico consiste na emiss\u00e3o de el\u00e9trons por<br \/>\nsuperf\u00edcies met\u00e1licas quando iluminadas por radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica. Dentre as<br \/>\nprincipais caracter\u00edsticas observadas experimentalmente, destacamos:<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">1) Por menor que seja a intensidade da radia\u00e7\u00e3o causadora do<br \/>\nfen\u00f4meno, o intervalo de tempo entre a incid\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o e o aparecimento<br \/>\nda corrente gerada pelos el\u00e9trons emitidos \u00e9 totalmente desprez\u00edvel, isto \u00e9, o<br \/>\nefeito \u00e9\u00a0 praticamente instant\u00e2neo.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">2) Para cada superf\u00edcie met\u00e1lica espec\u00edfica, existe uma<br \/>\nfrequ\u00eancia m\u00ednima, chamada \u201cfrequ\u00eancia de corte\u201d, a partir da qual se verifica<br \/>\no fen\u00f4meno.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">3) Se a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o incidente est\u00e1 abaixo da<br \/>\nfrequ\u00eancia de corte, mesmo aumentando sua intensidade, n\u00e3o se verifica o<br \/>\nfen\u00f4meno. Por outro lado, para frequ\u00eancias da radia\u00e7\u00e3o incidente acima da<br \/>\nfrequ\u00eancia de corte, o fen\u00f4meno se verifica para qualquer<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">intensidade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">A Figura representa um dispositivo para o estudo efeito<br \/>\nfotoel\u00e9trico . Nela, el\u00e9trons s\u00e3o arrancados da superf\u00edcie emissora, devido \u00e0<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">radia\u00e7\u00e3o incidente, e acelerados em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 placa coletora<br \/>\npelo campo el\u00e9trico, gerando uma corrente el\u00e9trica que \u00e9 medida pelo<br \/>\namper\u00edmetro, A.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1160.jpg\" alt=\"\" width=\"305\" height=\"179\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Diante do exposto, responda as quest\u00f5es abaixo :<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">A) Como se explica o comportamento observado no item\u00a0 1 do<br \/>\ntexto? Justifique sua resposta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">B) Como se explica o comportamento observado no item\u00a0 2 do<br \/>\ntexto? Justifique sua resposta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">C) Como se explica o comportamento observado no item\u00a0 3 do<br \/>\ntexto? Justifique sua resposta.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">55-(UFSM-RS-012)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1161.jpg\" alt=\"\" width=\"480\" height=\"141\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">\u00c0 medida que a tecnologia invadiu os meios de produ\u00e7\u00e3o, a obra<br \/>\nde arte deixou de ser o resultado exclusivo do trabalho das m\u00e3os do artista,<br \/>\npor exemplo, a fotografia. Uma vez obtido o negativo, muitas c\u00f3pias da mesma<br \/>\nfoto podem ser impressas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1162.jpg\" alt=\"\" width=\"247\" height=\"140\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">O elemento essencial de uma foto copiadora \u00e9 um cilindro<br \/>\neletrizado que perde eletriza\u00e7\u00e3o, nas regi\u00f5es em que incide luz. Ent\u00e3o,<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">I &#8211; o efeito fotoel\u00e9trico s\u00f3 pode ser entendido em termos de um<br \/>\nmodelo corpuscular para a radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">II &#8211; o numero de el\u00e9trons arrancados de uma placa met\u00e1lica pelo<br \/>\nefeito fotoel\u00e9trico cresce com o aumento da intensidade da radia\u00e7\u00e3o<br \/>\neletromagn\u00e9tica que atinge a placa.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">III &#8211; a energia m\u00e1xima dos el\u00e9trons arrancados de uma placa<br \/>\nmet\u00e1lica pelo efeito fotoel\u00e9trico cresce com o aumento da intensidade da<br \/>\nradia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica que atinge a placa.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Est\u00e1(ao) correta(s):<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">a) apenas I.<br \/>\nb)<br \/>\napenas<br \/>\nII.<br \/>\nc) apenas<br \/>\nIII.<br \/>\nd) apenas I e<br \/>\nII.<br \/>\ne) I, II e III.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">56-(FUVEST-SP-012)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1163.jpg\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"115\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Em um laborat\u00f3rio de f\u00edsica, estudantes fazem um experimento em<br \/>\nque radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica de comprimento de onda \u03b3 =300 nm incide em<br \/>\numa placa de s\u00f3dio, provocando a emiss\u00e3o de el\u00e9trons.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\" align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/fisicaevestibular.com.br\/images\/Atualizacao\/atualizacao19\/image1164.jpg\" alt=\"\" width=\"256\" height=\"159\" \/><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">Os el\u00e9trons escapam da placa de s\u00f3dio com energia cin\u00e9tica<br \/>\nm\u00e1xima E<sub>C<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>= E \u2013 W,<br \/>\nsendo E a energia de um f\u00f3ton da radia\u00e7\u00e3o e W a energia m\u00ednima necess\u00e1ria para<br \/>\nextrair um el\u00e9tron da placa. A energia de cada f\u00f3ton \u00e9 E = h f, sendo h a<br \/>\nconstante de Planck e f a frequ\u00eancia da radia\u00e7\u00e3o. Determine<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">a) a frequ\u00eancia f da radia\u00e7\u00e3o incidente na placa de s\u00f3dio;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">b) a energia E de um f\u00f3ton dessa radia\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">c) a energia cin\u00e9tica m\u00e1xima E<sub>C<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>de um el\u00e9tron que escapa da placa de<br \/>\ns\u00f3dio;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify; line-height: 15.65pt; background: #E0E0E0;\">d) a frequ\u00eancia\u00a0 f<sub>o<\/sub><span class=\"apple-converted-space\">\u00a0<\/span>da radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica, abaixo da<br \/>\nqual \u00e9 imposs\u00edvel haver emiss\u00e3o de el\u00e9trons da placa de s\u00f3dio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Efeito fotoel\u00e9trico Exerc\u00edcios 01-(UFRS-RS) Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do par\u00e1grafo abaixo. O ano de 1900 pode ser \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 considerado o marco inicial de uma revolu\u00e7\u00e3o ocorrida na F\u00edsica do s\u00e9culo XX. Naquele ano, Max Planck apresentou um artigo \u00e0 Sociedade Alem\u00e3 de F\u00edsica, introduzindo a id\u00e9ia da &#8230;&#8230;&#8230;. da energia, da qual Einstein se valeu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":229,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-231","page","type-page","status-publish","hentry"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/231","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=231"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/231\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10720,"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/231\/revisions\/10720"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/229"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fisicaevestibular.com.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=231"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}